Pombos

Pombos sendo alimentados

Apesar de sua imagem ser associada como símbolo da paz, os pombos escondem uma série de problemas à saúde humana. Com isso, hoje são considerados por muitos como pragas urbanas. Porém, apesar de seus males, os pombos por lei não podem ser exterminados, mas sim repelidos.

A falta de informação leva as pessoas a alimentarem estas aves, aumentado sua população. As doenças são causadas principalmente pelas fezes, além de ser corrosiva em veículos. Completa este quadro o fato do barulho que eles fazem, as sujeiras e o aparecimento de piolhos.

Destacamos as principais doenças: histoplasmose, candidíase, criptococose, salmonelose, ornitose, toxoplasmose, encefalite, coccidiose, pseudotuberculose, entre outras doenças.

Para um tratamento efetivo que consiste em repeli-los, trabalhamos com sistema espirais, espículas e telas. A Passare mapeia as áreas de tratamento, determina a melhor técnica, sempre visando acabar com o tripé dos pombos, ou seja, abrigo, alimentação e água.

Como vivem

Os pombos domésticos são originários do continente Europeu, e foram introduzidos na América do Sul por volta do século XVII. Desde então se fazem presentes em grande número nos ambientes urbanos, graças à sua grande facilidade de adaptação e reprodução. Apesar de simbolizarem a Paz, os pombos são considerados pragas urbanas devido a sua característica de serem hospedeiros de diversos organismos que causam prejuízos à nossa saúde. Além disso, os pombos causam danos materiais decorrentes da deposição de suas fezes.

Os pombos adaptaram-se prontamente a este tipo de ambiente por três razões básicas para sua sobrevivência: Oferta abundante de abrigo: arquiteturas urbanas de edifícios, monumentos e obras de engenharia apresentam grande quantidade de frestas, beirais e saliências que simulam perfeitamente o habitat natural destas aves em desfiladeiros e penhascos.

Ausência de predadores ou o pequeno número de aves de rapina (os principais predadores dos pombos) em área urbana impede o controle natural destas populações possibilitando, ainda, uma maior sobrevivência de animais fracos e doentes que se tornam reservatórios e disseminadores de doenças.

A Grande quantidade de fontes de alimentação disponíveis ,seja devido ao lixo e restos de alimento acumulados, seja pela alimentação fornecida pelo homem (através de grãos, farelos, entre outros) contribui para a alta reprodução e também para a manutenção de animais mais fracos e doentes que seriam eliminados naturalmente, caso as fontes de alimentação fossem menores como no ambiente selvagem. A disponibilidade de alimentação é fundamental para a dispersão da população.

  • Principais doenças transmitidas pelo pombo

    As doenças são transmitidas ao homem principalmente por vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas em caixas armazenadas, no chão, em beirais, em máquinas, ou em qualquer outro local defecado. Outra forma de contaminação é através dos piolhos dos pombos.

    • CRIPTOCOCOSE - inflamação no cérebro e meninges, ocasionadas por fungos.
    • HISTOPLASMOSE - infecção pulmonar causada por fungos.
    • ALERGIA - desencadeada por penas que contém piolhos, ácaros e pulgas.
    • TOXOPLASMOSE - infecção celular que ataca múltiplos órgãos, ocasionada por protozoários.
    • ORNITOSE - infecção pulmonar.
    • SALMONELA - infecção intestinal, ocasionada por bactérias (alimentos contaminados).
    • PSITACOSE - causa dor de cabeça, febre alta, calafrios, ocasionadas por vírus.
    • COCCIDIOSE, CANDIDÍASE, ENCEFALITE, PSEUDOTUBERCULOSE, TUBERCULOSE AVÍCOLA e mais 26 doenças registradas.
  • Outros problemas causados pelos pombos
    • Suas fezes ácidas corroem metal, descolorem pedra, apodrecem madeira, danificam superfícies pintadas;
    • Suas penas entopem calhas, ralos;
    • Em grupo provocam muito barulho.
  • Características
    • Vivem até 15 anos;
    • Com 7 meses já se reproduzem;
    • Produzem 5 ninhadas por ano ;
    • Cada ninhada gera 2 filhotes.